terça-feira, fevereiro 08, 2011

Dor

No silêncio deste quarto, nesta madrugada, estou cansado e perdido dentro de minha mente organizadamente bagunçada.
fico aqui desolado, preso em meus sádicos pensamentos, repletos de morte e sangue. E me bate aquela nostalgia e oço que eles novamente chamam meu nome, com uma voz trêmula e dolorosa, como quem sofre por está com o estômago cheio de lâminasque cortam vagarosamente.

Seus olhos choram por depararem com este espetáculo de dementes, fanáticos e engomados. Chora por estas mulhores que vestem suas saias longas com seu lado aberto. Estas que só vivem a esperar e chicoteiam com alíngua as ditas mundanas só por exibirem seus corpos sem mostrálo, mas sem saber que de línguas é que é coberto o piso do inferno.

Chora por aqueles que costuram os seus olhos para não ver, sem saber que não é preciso ver para saber, pois tudo aquilo já estava dentro da própria casa.

Mas suas lágrimas diminuem ao ver aqueles que vivem suas próprias vidas e que não mutilam seus corpos por ipocrisia!

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